Rabisco à toa...
Estou inspirada.
É dia de Sol.
Plena madrugada
No frio, me aqueço.
No calor, refresco.
Deslizo a mão no papel.
Desenho sonhos em favos de mel.
Se a noite vai alta, lá vem solidão
Que calo à tinta, riscos em vão
Quem ler só verá talvez
Palavras etéreas, mil sonhos irreais.
- Será que poeta, ministra poder
Relendo o amor assim tão incauto...
- Alguém irá entender?

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